Category Archives: Boletim Juridico

Corrente do Facebook, divulga telefone para prevenção de suicídio! Será?

Published by:

Por favor, pelo menos três dos meus amigos do Facebook, poderiam copiar e colar essa informação?
Linha de prevenção ao suicídio: 0800-273-8255
#NaoABaleiaAzul.
#🙏🙇🙏🙇🙏🙇
Jovens, crianças fiquem.atentos não caiam nessa ..😓😓😓😓

Esse texto que reapareceu nas redes sociais (principalmente, no Facebook),  na semana passada e agora com #NãoABaleiaAzul e com frase “Jovens, crianças fiquem.atentos não caiam nessa ..😓😓😓😓trata de um assunto que preocupa muitas famílias: O Jogo Baleia Azul (jogo suicida)

O alerta pede para que o usuário repasse para no mínimo três de seus amigos alguns números de telefone que seriam de serviços de ajuda à prevenção de suicídios! A ideia é a de que as pessoas que tiverem com ideia de tirar a própria vida conheçam esse serviço e, dessa forma, possam desistir do suicídio…

O número dessa corrente é “0800 290 0024” o número que esta sendo espalhados pelas redes sociais juntamente com essa corrente não existem! A nossa equipe do escritório HGC Advocacia discou para tal numero e sem sucesso.

Esse “0800 290 0024” foi retirado do site da empresa que desenvolve o WhatsApp, mas o primeiro número (que seria o 1) foi substituído por zero. Os números de telefone originais são dos Estados Unidos e não funcionam aqui para o nosso país.  

Caso queira divulgar esta corrente nossa equipe fez a substituição do 0800 pelo Disque 141 do Centro de Valorização da Vida (CVV) para casos de prevenção ao suicídio para você, agora compartilhe a corrente correta.

Corrente correta com o numero do Centro de Valorização da Vida (CVV):

Por favor, pelo menos três dos meus amigos do Facebook, poderiam copiar e colar essa informação?
Linha de prevenção ao suicídio: Disque 141
#NaoABaleiaAzul.
#🙏🙇🙏🙇🙏🙇
Jovens, crianças fiquem.atentos não caiam nessa ..😓😓😓😓 #Compartilhe

Ex companheira e Viúva devem dividir igualmente pensão por morte

Published by:

A desembargadora federal Marisa Santos, da 9º Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), determinou que o INSS divida igualmente a pensão por morte de um segurado falecido entre a viúva e a ex-esposa. A ex-mulher recorreu ao Tribunal contra tutela de urgência do juiz de primeiro grau que determinou que o INSS reduzisse o valor de sua cota da pensão para o valor de R$ 252,55, correspondente à pensão alimentícia que era paga antes do óbito do seu ex-marido.

A relatora explicou que a ação originária foi ajuizada pela viúva (com quem o falecido segurado estava casado quando do óbito), objetivando a revisão da sua cota da pensão por morte. Ela pleiteava que a ex-mulher do segurado passasse a receber o valor correspondente ao que era pago a título de pensão alimentícia.

Na apelação, a autora tentava aumentar a cota de 20% totalizando recebimento de 50% do valor da pensão por morte, nos termos do artigo 77 da Lei 8.2131/91. A juíza entendeu que o rateio do benefício deve ser mantido tal como determinado pela sentença, uma vez que, nos termos do disposto nos artigos 128 e 460 do Código de Processo Civil, a parte autora fixa os limites da lide na petição inicial, sendo defeso ao juiz proferir sentença “ultra”, “citra” ou “extra petita”, ou seja, além, abaixo ou fora do pedido.

Na decisão, a magistrada ressaltou que “a ex-mulher do falecido, na condição de beneficiária de pensão alimentícia, concorre em igualdade de condições com a agravada, na condição de cônjuge, sendo ambas beneficiárias de primeira classe”. Dessa forma, para a desembargadora federal, o benefício foi corretamente concedido pelo Instituto nacional do Seguro Social (INSS) na proporção de 50% para cada uma das dependentes habilitadas, obedecendo ao disposto no artigo 77 da Lei 8.213/91.

 “Deve ser restabelecido o pagamento de 50% do valor do benefício para cada uma das dependentes habilitadas para o recebimento da pensão por morte” concluir a desembargadora.

No TRF3, o processo recebeu o número 5002189-79.2016.4.03.0000.

Fonte: Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-3.

Suspender habilitação de devedor de pensão não viola direito de ir e vir

Published by:

A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul manteve a decisão que suspendeu temporariamente o documento de um devedor de pensão alimentícia na Comarca de São Sebastião do Caí. Até junho de 2014, o valor do débito acordado extrajudicialmente, e não pago, chegava a R$ 4,4 mil.

Em primeiro grau a juíza Marisa Gatelli, da 2ª Vara Judicial daquela comarca, disse que tomou a medida em razão da falta de pagamento, apesar de todas as providências tomadas pelos filhos. “O caso dos autos é excepcional, uma vez que tudo indica que o executado teria condições de contribuir com alimentos, mas opta por deixar os filhos passando necessidades”, escreveu no despacho.

A defesa impetrou Habeas Corpus no TJ-RS, sob a alegação de que a Justiça tentou apenas três tentativas de localizar os bens do homem. Assim, o ato de suspender sua habilitação seria medida excessiva, pois a execução tramita há pouco tempo e, principalmente, porque ofende o direito de ir e vir do paciente.

O pedido foi negado pelo desembargador Ricardo Moreira Lins Pastl, relator. “O paciente, insofismavelmente, segue podendo ir e vir, desde que o faça a pé, de carona ou de transporte público. Esposar compreensão em sentido distinto significa dizer que os não habilitados a dirigir não podem ir e vir, inverdade absoluta”, complementou no voto.

Além disso, registrou no voto, a execução tramita desde 2014. Neste sentido, a simples alegação de que os credores não tomaram todas as providências para localizar outros veículos ou quaisquer outros bens em seu nome não bastam para derrubar a medida judicial. Isso porque o próprio autor poderia fazer a indicação destes bens, para honrar o acordo extrajudicial, e não o fez.

O desembargador Luiz Felipe Brasil também não viu ilegalidade na decisão, pois o ordenamento jurídico autoriza até a prisão do devedor de pensão. Também considerou que o autor pode usar outros meios para se locomover. “Pode ir de ônibus, a pé, até de bicicleta alugada, hoje nós temos isso — não precisa de carteira de habilitação para dirigir bicicleta —, ou quem sabe até de patinete ou skate, como se vê às vezes pelas ruas”, sugeriu.

Pedidos futuros

Como o caso é inédito no colegiado, Santos acenou com a possibilidade, em demandas futuras, de votar pelo não conhecimento de HCs para derrubar este tipo de medida, embora se alinhasse com o entendimento do relator, no mérito. Lá [no precedente] está dito que o STJ sistematicamente não tem conhecido de Habeas Corpus quanto a essa matéria, e ele cita vários outros precedentes do próprio STJ no sentido de que não há sequer restrição ao direito de ir e vir em função dessa medida. Como o Habeas Corpus se destina justamente a coibir esse tipo de impedimento a esse direito fundamental — como esse impedimento não há —, essa medida não cabe ser atacada por Habeas Corpus”, expressou no voto.

Fonte: Conjur

Quanto ao valor arbitrado, tem-se que este respeitou a tabela do Estatuto da OAB

Published by:

SENTENÇA

Vistos

Trata-se de embargos à execução opostos pelo ESTADO DE RONDÔNIA em face da execução proposta por HEMERSON GOMES COUTO.

Alega o Estado de Rondônia irregularidade no título judicial que o condenou ao pagamento dos honorários advocatícios, posto que não participou da demanda de origem. Alega, ainda, excesso do valor que não respeitou os parâmetros da Resolução n. 558/2007.

DECIDO

Compete ao Estado prestar assistência jurídica gratuita aos juridicamente necessitados por intermédio da Defensoria Pública.

No entanto, não havendo ou sendo insuficiente a Defensoria Pública no local, ao juiz é conferido o poder-dever de nomear um defensor dativo para atuar como curador especial (Lei 8.906/94, art. 22, §1º).

Consta nos autos que não havia Defensor Público disponível para acompanhar a audiência.

Nesses termos, diante da ausência de Defensor Público na comarca na época da realização da audiência, a Magistrada dessa Vara Especializada nomeou o exequente para acompanhar audiências preliminares e de instrução junto ao Juizado Especial da Fazenda Pública, arbitrando honorários advocatícios no valor total de R$880,00.

A decisão pela sua nomeação como defensor dativo foi tomada por autoridade judiciária competente (presumindo-se, portanto, a inexistência/deficiência da Defensoria Pública no local da prestação do serviço), de sorte que, ao aceitar o encargo, não lhe cabendo controverter acerca da existência/suficiência da Defensoria Pública no local; a ele competia, apenas, aceitar, ou não, o encargo público.

A atuação do profissional do Direito no processo, na condição de defensor dativo, gera o direito ao arbitramento e fixação de honorários, cujo ônus deve sim ser suportado pelo Estado, sob pena de enriquecimento sem causa.

Não é cabível a alegação de que no presente caso estar-se-ia obrigando terceiro estranho à lide, porquanto a condenação em honorários advocatícios em prol do exequente se deu em decisão proferida em sede de ação perante a Vara Cível, da qual o Estado é sabidamente o titular.

É entendimento pacífico do Superior Tribunal de Justiça que são devidos pela parte sucumbente ou pelo Estado honorários advocatícios a curador especial quando não houver defensoria pública na localidade ou esta for deficiente.

AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. CONDENAÇÃO DO ESTADO AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. DEFENSOR DATIVO. INEXISTÊNCIA DE DEFENSORIA PÚBLICA NA COMARCA. CABIMENTO. SÚMULA N. 83/STJ. RECURSO DESPROVIDO. 1. É de responsabilidade do Estado o pagamento da verba honorária a defensor dativo quando, na comarca, não houver defensoria pública. 2. Agravo regimental desprovido. (STJ – AgRg no AREsp: 186817 ES 2012/0115803-1, Relator: Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, Data de Julgamento: 22/04/2014, T3 – TERCEIRA TURMA, Data de Publicação: DJe 29/04/2014)

Destaca-se que, embora de natureza interlocutória, as decisões com a condenação do Estado ao pagamento de honorários ao advogado dativo constitui título executivo líquido, certo e exigível (OAB 24 e NCPC 515 V).

Quanto ao valor arbitrado, tem-se que este respeitou a tabela do Estatuto da OAB (art. 22).

Em contrapartida, reconheço que os valores arbitrados somente podem sofrer atualizações monetárias após a citação do Estado para proceder ao seu pagamento.

Posto isso, julgo PARCIALMENTE PROCEDENTES os embargos à execução, mantendo o valor da execução em R$880,00 (oitocentos e oitenta reais) que somente será corrigido e aplicado juros (0,5%) a partir da citação.

DECLARO RESOLVIDO o mérito (NCPC I 487).

Sem custas e honorários advocatícios (LJE 55 e LJPF 27).

Publicação e Registro automáticos.

Intimem-se (via sistema PJe) as partes.

Após o trânsito em julgado: a) remetam-se os autos à Contadoria para atualização; b) requisite-se o pagamento por meio de RPV; c) agende-se decurso de prazo de 60 (sessenta) dias, contados da entrega da requisição, para verificação de pagamento; d) Confirmado o devido pagamento, arquive-se. e) Caso contrário, intime-se o exequente para manifestação em 05 (cinco) dias, sob pena de arquivamento.

Cacoal, data certificada pelo sistema

Juíza de Direito – ANITA MAGDELAINE PEREZ BELEM

Referente ao Processo nº 7005976-97.2016.8.22.0007


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, piadas, contos, historias e artigos para o WhatsApp: + 55 (69) 9.9987-6863. Não se esqueça de se identificar.

Justiça do DF aprova a Educação Domiciliar

Published by:

A 5º Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, por Unanimidade julgou agravo de instrumento, confirmando a decisão a quo, que deferiu o pedido de antecipação de tutela, para determinar ao Distrito Federal que expeça autorização para a matrícula de criança no sétimo ano do ensino fundamental, por reconhecer a validade da instrução ministrada pelos pais da infante na modalidade de ensino domiciliar.

Na presente hipótese, a criança cursou série anterior em sistema homeschooling com orientação de uma escola particular, no período em que seus genitores trabalharam como missionários na África.

O Relator Desembargador Dr. Josaphá Francisco dos Santos esclareceu que, apesar de o tema ser objeto de repercussão geral no Supremo Tribunal Federal, não houve determinação de suspensão dos processos em tramitação.

O Josaphá destacou que, no caso, a verossimilhança do direito está baseada na Constituição Federal, na Declaração Universal dos Direitos Humanos e no Código Civil. Isso porque se infere dessas normas que a família tem obrigação concorrente com o Estado, mas não se submete à sua tutela em razão da autonomia plena conferida aos pais tanto para dirigir a criação e a educação dos filhos quanto para escolher o gênero de instrução que será a eles ministrada.

Além disso, a Turma Julgadora ressaltou que não existe, no ordenamento pátrio, norma que proíba expressamente o ensino escolar na modalidade domiciliar.

Por fim, os Desembargadores entenderam que, in casu, o risco de lesão é inverso diante do prejuízo a ser suportado pela infante em caso de não autorização da matrícula no ano de ensino fundamental que pretende cursar.

Data de Julgamento: 01/09/2016, Publicado no DJE: 08/09/2016

Confira a Inteiro Teor na integra.

Fonte: Com informação TJDFT


O blog é aberto a todos, mesmo que você não concorde, sinta-se livre para expressar suas opiniões no espaço de comentário logo abaixo. 

Lembrando: Para evitar problemas jurídicos o Site JusRO não aceitará qualquer tipo de Comentários Ofensivos, por mais ‘inocentes’ que sejam contra qualquer tipo de pessoa, instituições ou Grupo Religiosos.


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, piadas, contos, historias e artigos para o WhatsApp: + 55 (69) 99987-6863. Não se esqueça de se identificar.


Conheçam, Acompanhem, CURTAM: JusRO 

Tudo esta no controle de Deus

Published by:

Rute – Capitulo 1.  1. Nos dias em que julgavam os juízes, houve fome na terra; e um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos. 2. Este homem se chamava Elimeleque, e sua mulher, Noemi; os filhos se chamavam Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá; vieram à terra de Moabe e ficaram ali. 3.   Morreu Elimeleque, marido de Noemi; e ficou ela com seus dois filhos, 4.   os quais casaram com mulheres moabitas; era o nome de uma Orfa, e o nome da outra, Rute; e ficaram ali quase dez anos. 5.   Morreram também ambos, Malom e Quiliom, ficando, assim, a mulher desamparada de seus dois filhos e de seu marido. 6.   Então, se dispôs ela com as suas noras e voltou da terra de Moabe, porquanto, nesta, ouviu que o SENHOR se lembrara do seu povo, dando-lhe pão. 7 .  Saiu, pois, ela com suas duas noras do lugar onde estivera; e, indo elas caminhando, de volta para a terra de Judá, 8.   disse-lhes Noemi: Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe; e o SENHOR use convosco de benevolência, como vós usastes com os que morreram e comigo. 9 .  O SENHOR vos dê que sejais felizes, cada uma em casa de seu marido. E beijou-as. Elas, porém, choraram em alta voz 10.   e lhe disseram: Não! Iremos contigo ao teu povo. 11.   Porém Noemi disse: Voltai, minhas filhas! Por que iríeis comigo? Tenho eu ainda no ventre filhos, para que vos sejam por maridos? 12.   Tornai, filhas minhas! Ide-vos embora, porque sou velha demais para ter marido. Ainda quando eu dissesse: tenho esperança ou ainda que esta noite tivesse marido e houvesse filhos, 13.   esperá-los-íeis até que viessem a ser grandes? Abster-vos-íeis de tomardes marido? Não, filhas minhas! Porque, por vossa causa, a mim me amarga o ter o SENHOR descarregado contra mim a sua mão. 14.   Então, de novo, choraram em voz alta; Orfa, com um beijo, se despediu de sua sogra, porém Rute se apegou a ela. 15.   Disse Noemi: Eis que tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada. 16.   Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. 17 .  Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. 18.  Vendo, pois, Noemi que de todo estava resolvida a acompanhá-la, deixou de insistir com ela. 19.   Então, ambas se foram, até que chegaram a Belém; sucedeu que, ao chegarem ali, toda a cidade se comoveu por causa delas, e as mulheres diziam: Não é esta Noemi? 20.   Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso. 21.   Ditosa eu parti, porém o SENHOR me fez voltar pobre; por que, pois, me chamareis Noemi, visto que o SENHOR se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido? 22.   Assim, voltou Noemi da terra de Moabe, com Rute, sua nora, a moabita; e chegaram a Belém no princípio da sega da cevada.

Rute Capitulo 2.  1 Tinha Noemi um parente de seu marido, senhor de muitos bens, da família de Elimeleque, o qual se chamava Boaz. 2   Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele que mo favorecer. Ela lhe disse: Vai, minha filha! 3   Ela se foi, chegou ao campo e apanhava após os segadores; por casualidade entrou na parte que pertencia a Boaz, o qual era da família de Elimeleque. 4   Eis que Boaz veio de Belém e disse aos segadores: O SENHOR seja convosco! Responderam-lhe eles: O SENHOR te abençoe! 5   Depois, perguntou Boaz ao servo encarregado dos segadores: De quem é esta moça? 6   Respondeu-lhe o servo: Esta é a moça moabita que veio com Noemi da terra de Moabe. 7   Disse-me ela: Deixa-me rebuscar espigas e ajuntá-las entre as gavelas após os segadores. Assim, ela veio; desde pela manhã até agora está aqui, menos um pouco que esteve na choça. 8   Então, disse Boaz a Rute: Ouve, filha minha, não vás colher em outro campo, nem tampouco passes daqui; porém aqui ficarás com as minhas servas. 9   Estarás atenta ao campo que segarem e irás após elas. Não dei ordem aos servos, que te não toquem? Quando tiveres sede, vai às vasilhas e bebe do que os servos tiraram. 10   Então, ela, inclinando-se, rosto em terra, lhe disse: Como é que me favoreces e fazes caso de mim, sendo eu estrangeira? 11   Respondeu Boaz e lhe disse: Bem me contaram tudo quanto fizeste a tua sogra, depois da morte de teu marido, e como deixaste a teu pai, e a tua mãe, e a terra onde nasceste e vieste para um povo que dantes não conhecias. 12   O SENHOR retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa do SENHOR, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio. 13   Disse ela: Tu me favoreces muito, senhor meu, pois me consolaste e falaste ao coração de tua serva, não sendo eu nem ainda como uma das tuas servas. 14   À hora de comer, Boaz lhe disse: Achega-te para aqui, e come do pão, e molha no vinho o teu bocado. Ela se assentou ao lado dos segadores, e ele lhe deu grãos tostados de cereais; ela comeu e se fartou, e ainda lhe sobejou. 15   Levantando-se ela para rebuscar, Boaz deu ordem aos seus servos, dizendo: Até entre as gavelas deixai-a colher e não a censureis. 16   Tirai também dos molhos algumas espigas, e deixai-as, para que as apanhe, e não a repreendais. 17   Esteve ela apanhando naquele campo até à tarde; debulhou o que apanhara, e foi quase um efa de cevada. 18   Tomou-o e veio à cidade; e viu sua sogra o que havia apanhado; também o que lhe sobejara depois de fartar-se tirou e deu a sua sogra. 19   Então, lhe disse a sogra: Onde colheste hoje? Onde trabalhaste? Bendito seja aquele que te acolheu favoravelmente! E Rute contou a sua sogra onde havia trabalhado e disse: O nome do senhor, em cujo campo trabalhei, é Boaz. 20   Então, Noemi disse a sua nora: Bendito seja ele do SENHOR, que ainda não tem deixado a sua benevolência nem para com os vivos nem para com os mortos. Disse-lhe mais Noemi: Esse homem é nosso parente chegado e um dentre os nossos resgatadores. 21   Continuou Rute, a moabita: Também ainda me disse: Com os meus servos ficarás, até que acabem toda a sega que tenho. 22   Disse Noemi a sua nora, Rute: Bom será, filha minha, que saias com as servas dele, para que, noutro campo, não te molestem. 23   Assim, passou ela à companhia das servas de Boaz, para colher, até que a sega da cevada e do trigo se acabou; e ficou com a sua sogra.

Rute. Capitulo 3 –  1   Disse-lhe Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de eu buscar-te um lar, para que sejas feliz? 2   Ora, pois, não é Boaz, na companhia de cujas servas estiveste, um dos nossos parentes? Eis que esta noite alimpará a cevada na eira. 3   Banha-te, e unge-te, e põe os teus melhores vestidos, e desce à eira; porém não te dês a conhecer ao homem, até que tenha acabado de comer e beber. 4   Quando ele repousar, notarás o lugar em que se deita; então, chegarás, e lhe descobrirás os pés, e te deitarás; ele te dirá o que deves fazer. 5   Respondeu-lhe Rute: Tudo quanto me disseres farei. 6   Então, foi para a eira e fez conforme tudo quanto sua sogra lhe havia ordenado. 7   Havendo, pois, Boaz comido e bebido e estando já de coração um tanto alegre, veio deitar-se ao pé de um monte de cereais; então, chegou ela de mansinho, e lhe descobriu os pés, e se deitou. 8   Sucedeu que, pela meia-noite, assustando-se o homem, sentou-se; e eis que uma mulher estava deitada a seus pés. 9   Disse ele: Quem és tu? Ela respondeu: Sou Rute, tua serva; estende a tua capa sobre a tua serva, porque tu és resgatador. 10   Disse ele: Bendita sejas tu do SENHOR, minha filha; melhor fizeste a tua última benevolência que a primeira, pois não foste após jovens, quer pobres, quer ricos. 11   Agora, pois, minha filha, não tenhas receio; tudo quanto disseste eu te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa. 12   Ora, é muito verdade que eu sou resgatador; mas ainda outro resgatador há mais chegado do que eu. 13   Fica-te aqui esta noite, e será que, pela manhã, se ele te quiser resgatar, bem está, que te resgate; porém, se não lhe apraz resgatar-te, eu o farei, tão certo como vive o SENHOR; deita-te aqui até à manhã. 14   Ficou-se, pois, deitada a seus pés até pela manhã e levantou-se antes que pudessem conhecer um ao outro; porque ele disse: Não se saiba que veio mulher à eira. 15   Disse mais: Dá-me o manto que tens sobre ti e segura-o. Ela o segurou, ele o encheu com seis medidas de cevada e lho pôs às costas; então, entrou ela na cidade. 16   Em chegando à casa de sua sogra, esta lhe disse: Como se te passaram as coisas, filha minha? Ela lhe contou tudo quanto aquele homem lhe fizera. 17   E disse ainda: Estas seis medidas de cevada, ele mas deu e me disse: Não voltes para a tua sogra sem nada. 18   Então, lhe disse Noemi: Espera, minha filha, até que saibas em que darão as coisas, porque aquele homem não descansará, enquanto não se resolver este caso ainda hoje.

Rute – Capitulo 4 – 1   Boaz subiu à porta da cidade e assentou-se ali. Eis que o resgatador de que Boaz havia falado ia passando; então, lhe disse: Ó fulano, chega-te para aqui e assenta-te; ele se virou e se assentou. 2   Então, Boaz tomou dez homens dos anciãos da cidade e disse: Assentai-vos aqui. E assentaram-se. 3   Disse ao resgatador: Aquela parte da terra que foi de Elimeleque, nosso irmão, Noemi, que tornou da terra dos moabitas, a tem para venda. 4   Resolvi, pois, informar-te disso e dizer-te: compra-a na presença destes que estão sentados aqui e na de meu povo; se queres resgatá-la, resgata-a; se não, declara-mo para que eu o saiba, pois outro não há senão tu que a resgate, e eu, depois de ti. Respondeu ele: Eu a resgatarei. 5   Disse, porém, Boaz: No dia em que tomares a terra da mão de Noemi, também a tomarás da mão de Rute, a moabita, já viúva, para suscitar o nome do esposo falecido, sobre a herança dele. 6   Então, disse o resgatador: Para mim não a poderei resgatar, para que não prejudique a minha; redime tu o que me cumpria resgatar, porque eu não poderei fazê-lo. 7   Este era, outrora, o costume em Israel, quanto a resgates e permutas: o que queria confirmar qualquer negócio tirava o calçado e o dava ao seu parceiro; assim se confirmava negócio em Israel. 8   Disse, pois, o resgatador a Boaz: Compra-a tu. E tirou o calçado. 9 Então, Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois, hoje, testemunhas de que comprei da mão de Noemi tudo o que pertencia a Elimeleque, a Quiliom e a Malom; 10 e também tomo por mulher Rute, a moabita, que foi esposa de Malom, para suscitar o nome deste sobre a sua herança, para que este nome não seja exterminado dentre seus irmãos e da porta da sua cidade; disto sois, hoje, testemunhas. 11   Todo o povo que estava na porta e os anciãos disseram: Somos testemunhas; o SENHOR faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel; e tu, Boaz, há-te valorosamente em Efrata e faze-te nome afamado em Belém. 12   Seja a tua casa como a casa de Perez, que Tamar teve de Judá, pela prole que o SENHOR te der desta jovem. 13   Assim, tomou Boaz a Rute, e ela passou a ser sua mulher; coabitou com ela, e o SENHOR lhe concedeu que concebesse, e teve um filho. 14   Então, as mulheres disseram a Noemi: Seja o SENHOR bendito, que não deixou, hoje, de te dar um neto que será teu resgatador, e seja afamado em Israel o nome deste. 15   Ele será restaurador da tua vida e consolador da tua velhice, pois tua nora, que te ama, o deu à luz, e ela te é melhor do que sete filhos. 16   Noemi tomou o menino, e o pôs no regaço, e entrou a cuidar dele. 17   As vizinhas lhe deram nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E lhe chamaram Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi. 18   São estas, pois, as gerações de Perez: Perez gerou a Esrom, 19   Esrom gerou a Rão, Rão gerou a Aminadabe, 20   Aminadabe gerou a Naassom, Naassom gerou a Salmom, 21   Salmom gerou a Boaz, Boaz gerou a Obede, 22   Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi.  

Tudo está no Controle de Deus

Elimeleque não sabia o que sucederia ao sair de sua terra natal, Belém, para ir morar em Moabe. Ele não sabia que passaria por uma grande fome, que sofreria com o preconceito étnico e religioso, muito menos que morreria e que a sua descendência teria fim, com a morte dos seus dois filhos Malom e Quiliom. Mas DEUS onisciente, onipresente e onipotente tinha e tem tudo sob o Seu controle.

Deus permite que tal mudança se faça necessária para que realmente não aja acepção de pessoas em seu reino. Dessa forma, através da vida de Rute, uma moabita, e de Boaz, descendente de Raabe, uma antiga prostituta de Jericó, veio ao mundo por esta linhagem Seu Filho Unigênito, O Messias Jesus Cristo nosso salvador.

Também podemos tirar mais duas mensagem no texto de Rute.

Na primeira delas e que à “plena causalidade” de Deus, ou melhor, dizendo, é a mensagem que fala sobre a direção contínua, soberana e providencial de Deus. Fazendo a leitura do livro de Rute podemos perceber que Deus está em toda parte.

No capitulo 2 versículo 3, por exemplo, lemos que Rute, por casualidade, entrou na parte do campo que pertencia a Boaz, vindo a encontrar-se com ele. Já no capitulo 3. Versículo 1 lemos o plano arriscado de Noemi para o casamento de Rute com Boaz e vemos que o plano funcionou perfeitamente. Isso não é uma mera coincidência querido leitor, mas a ação providencial de Deus. Veja que Deus esta no controle tudo.

Já segunda mensagem refere-se à graça de Deus, ou melhor, é a afirmação de que Deus não faz acepção de pessoas.  Deus não que saber se você é preto, amarelo, branco, azul ou pardo, Rico ou Pobre. Antes, todo aquele que tem no seu coração a disposição de buscar o Senhor, esse é recebido por Ele.

Para Deus não há filhos ou filhas prediletos. No capitulo 2 versículos 10-12 lemos que Rute não é discriminada apesar da sua origem e nem desprezada por Deus apesar de não ser israelita; diz o texto que ela não foi repulsada quando veio buscar refúgio sob as asas de Deus. No capitulo 4. Versos 18-21 lemos que Rute, apesar de não ser do povo de Israel e sendo ela uma moabita, foi incluída por Deus na genealogia de Davi e, consequentemente, na genealogia de nosso senhor Jesus Cristo e Salvador.

Conclusão para nossa vida e nossos negócios mesmo que tudo esteja ruim que tudo parece não ter mais solução lembre-se que Deus esta no controle. 

Podemos tirar cinco lições do texto:

  1. Fugir dos problemas só faz aumentá-los Rute capitulo 1 vs. 1
  2. O perigo de andarmos sem direção Deus. Capitulo 1
  3. Quando isto acontece, ao invés de ganharmos, perdemos. Capitulo 1 vs. 3, 5
  4. Geralmente culpamos a Deus e não reconhecemos nossa culpa. Capitulo 1 vs. 20
  5. Deus muda todo um quadro de derrota em nossas vidas e transforma em vitórias. Capitulo 4 vs. 13, 14

Assim, tomou Boaz a Rute, e ela passou a ser sua mulher; coabitou com ela, e o SENHOR lhe concedeu que concebesse, e teve um filho. Então, as mulheres disseram a Noemi: Seja o SENHOR bendito, que não deixou, hoje, de te dar um neto que será teu resgatador, e seja afamado em Israel o nome deste“. Capitulo 4 vs. 13, 14

Amigo leitor deixe Deus entra na sua vida e nos seus negócios como entrou na vida de Noemi e de Rute não estamos aqui prometendo que aceitando a Cristo seus problemas acabaram. Como esta escrito no Evangelho de Marcos 8.34, descreve que Jesus Cristo chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. A nossa maior vitoria como cristão não os bens materiais, mas a vida eterna.


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, mensagens, contos, historias e artigos para o WhatsApp: + 55 (69) 99987-6863. Não se esqueça de se identificar.


Conheçam, Acompanhem, CURTAM: JusRO 

A Teia de Aranha e a Fé em Deus

Published by:

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e no desespero elevou uma prece a Deus da seguinte maneira:  

“Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem.”

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:

“Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar”.

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte, quando passaram em frente da trilha o homem escutou:

“vamos, entremos nesta trilha!

Não, não está vendo que tem até teia de aranha!?

Ninguém deve ter entrado por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas”.

A fé é crer no que não se vê, é ter esperança diante do impossível. Amigo leitor se pedires a Deus uma árvore ele te dará em forma de semente. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n’Ele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma simples teia de aranha, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

Não desanime amigo leitor em meio às lutas, siga em frente, pois são nos momentos mais difíceis que encontramos forças em Deus!


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, para o WhatsApp: (69) 9987-6863. Não se esqueça de se identificar.


Conheçam, Acompanhem, CURTAM: JusRO 

NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS: 80 anos depois médica judia receber doutorado

Published by:

A alemã Ingeborg Rapoport, de 102 anos, recebeu o título de doutorado quase 80 anos depois ter escrito sua tese em 1938, na Universidade de Hamburgo, sobre difteria, doença que matou milhares de pessoas no século passado, que lhe foi negado pelos nazistas pelo fato de ela ser judia, mas finalmente recebeu o titulo.

As leis racistas dos nazistas proibiam que ela defendesse a tese por ser judia. O evento aconteceu no dia 09 de junho de 2015, quando Ingeborg recebeu seu esperado doutorado em Medicina.

A Ingeborg Rapoport se refugiou nos Estados Unidos durante a guerra, mas nunca desistiu do seu doutorado. Aos 100 anos de idade, obteve da universidade a promessa de reconsiderar o caso, desde que defendesse a tese, o que a obrigou a estudar nos últimos meses as novidades dos últimos 80 anos. “Finalmente agora posso parar”, disse ela ao receber o título de doutora.

Aos 102 anos, alemã Ingeborg Rapoport, virou a pessoa mais idosa do mundo a receber um doutorado. 

Fonte: com informação de Reuters/Landov


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, piadas para o WhatsApp: (69) 9987-6863 para envio. Não se esqueça de se identificar.


Conheçam, Acompanhem, CURTAM: JusRO 

TED e a OAB Jovem realiza edição de Boas-Vindas novos advogados

Published by:

Tribunal de Defesa das Prerrogativas e a OAB Jovem realiza, nesta sexta-feira (31), na sede da OAB Seção de Rondônia, edição do Boas-Vindas, novos advogados evento programado para recepcionar e fortalecer os novos profissionais que tem como objetivo recepcionar os novos inscritos na instituição e também serão feitas visitas aos órgãos jurisdicionais.
E-mail de enviado aos novos Advogados convidando para o evento:
Prezado (a) Senhor (a),
Ao cumprimentar Vossa Senhoria pela vitória alcançada com a aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, convidamos a iniciar uma nova jornada em sua vida, galgando na carreira que melhor representa a defesa social, com assento na Constituição da República e intitulada como essencial à Administração da Justiça (art. 133).
A Ordem dos Advogados do Brasil quer o engrandecimento de nossa profissão, desiderato que só será atingido quando o profissional estiver cônscio de sua importância para a verdadeira justiça social. Para tanto, é fundamental o conhecimento e a luta das prerrogativas inseridas nos arts. 6º e 7º da Lei nº 8.906/94.
As prerrogativas do advogado formam a égide para o Estado Democrático de Direito, porque se confundem com as próprias garantias fundamentais do cidadão.
Assim, o Tribunal de Defesa das Prerrogativas e a OAB JOVEM, ambos órgãos da Seccional rondoniense da Ordem dos Advogados do Brasil, por intermédio da Subcomissão Conjunta de Acolhimento dos Jovens Advogados, e a Comissão OAB JOVEM vêm convidar Vossa Senhoria a participar no dia 31/07 às 8h15 na sede da OAB, do evento programado para recepcionar e fortalecer os novos profissionais.
Neste evento, além de linhas gerais da defesa das prerrogativas e sobre a organização da Ordem, serão feitas visitas aos órgãos jurisdicionais.
Seja bem-vindo à advocacia, Jovem Colega!
Obs:. Por favor se possível confirmar com antecedência sua presença via e-mail.
Maracélia Lima de Oliveira
Presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas
Juliane Muniz Miranda de Lucena Lima
Presidente da Comissão de Acolhimento do Jovem Advogado – CAJA
Felipe Gurjão Silveira
Presidente da OAB Jovem
Apoio: Presidência da OAB/RO e CAARO.

A reprodução está autorizada, desde que citada a fonte (Site JusRO).


Curta e Indique nossa Fan Page JusRO para seus amigos e familiares.